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Luís Máximo dos Santos

A crise financeira de 2008 à distância de dez anos

O colapso financeiro mostrou que parte muito significativa da riqueza criada era artificial e colocou em xeque a hiperglobalização

Cada período gera riscos e fragilidades específicos que a qualquer momento podem pôr em causa 
a estabilidade financeira

Cada período gera riscos e fragilidades específicos que a qualquer momento podem pôr em causa 
a estabilidade financeira

TIMOTHY A. CLARY

A crise financeira de 2008 (na verdade iniciada no verão de 2007) e a crise do euro que se lhe seguiu — que teve causas próprias, mas é, em larga medida, consequência da primeira —, levaram a que muitos milhões de pessoas tenham perdido os seus empregos, as suas casas e as suas poupanças. A pobreza e a desigualdade aumentaram significativamente em vários países e enormes recursos foram desperdiçados. Foi, portanto, um acontecimento com consequências devastadoras, cujos efeitos ainda perduram, designadamente pelo impacto negativo no potencial produtivo de muitas economias.

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