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Startup Portugal leva quatro empresas ao TechCrunch Disrupt em São Francisco

Comitiva portuguesa, que integra a Undandy, MAIEL, Infinite Foundry e Startup Sintra, tem também como objetivo “conectar com empreendedores portugueses que estejam a viver em São Francisco

Três startups portuguesas e uma incubadora mostram-se a partir desta terça-feira no evento de inovação e empreendedorismo TechCrunch Disrupt, em São Francisco, Califórnia, numa missão liderada pela Startup Portugal.

A conferência é "super relevante para as startups", disse à Lusa Marta Sousa Monteiro, evangelista da Startup Portugal que acompanha as entidades nacionais nesta missão aos Estados Unidos. "São Francisco é uma ótima oportunidade para conectarem com investidores e conhecerem pessoas", explicou a responsável.

A comitiva portuguesa, que integra a Undandy, MAIEL, Infinite Foundry e Startup Sintra, tem também como objetivo "conectar com empreendedores portugueses que estejam a viver em São Francisco", considerando que é "importante" para os fundadores que vão ao Disrupt "perceberem como os que já ali estão fizeram, como expandiram, como se mudaram".

No evento, que decorre até 7 de setembro, a Startup Portugal terá "um pequeno stand" para ajudar os empreendedores portugueses a tirarem "o máximo proveito" da exposição.

A comitiva portuguesa conta com Hugo Duarte Fonseca, administrador da empresa de engenharia de sistemas de informação MAEIL, André Godinho da Luz, administrador executivo da especialista em soluções 'cloud' para a indústria automóvel Infinite Foundry, Rafic Daud, cofundador da marca de sapatos à medida Undandy, e João Cabral, diretor executivo da incubadora Startup Sintra.

"Para mercados tão exigentes como os Estados Unidos estas missões são fulcrais para as startups", afirmou Marta Sousa Monteiro, referindo que a Startup Portugal "já fez várias missões" este ano e depois de São Francisco seguirá para eventos no Brasil, Londres e Berlim.

Em São Francisco, a comitiva portuguesa tem também o apoio da delegação local da AICEP - Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, cujo papel é "garantir que as startups conseguem reuniões localmente com investidores" e "facilitar" o sucesso da participação dos empreendedores nacionais.

O TechCrunch Disrupt tem como principais atrativos para as empresas a competição Startup Battlefield, cuja "Disrupt Cup" vale um prémio de 50 mil dólares, um ?hackathon' virtual, o espaço que serve de montra Startup Alley e vários workshops. Marta Sousa Monteiro frisou ainda que, no ano passado, o editor principal do TechCrunch Mike Butcher escreveu um artigo sobre como Lisboa se está a transformar numa cidade virada para o empreendedorismo.

O TechCrunch Disrupt foi criado em 2011 e já teve várias edições internacionais, incluindo Europa e Ásia.