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É mais difícil contratar agora do que no auge da crise. Para onde foram os trabalhadores temporários?

Ao sector da restauração faltam mais de 40 mil trabalhadores, uma parte significativa serão temporários que as empresas não conseguem contratar

António Bernardo

A diminuição do desemprego alcançada dos últimos anos está a dificultar a vida aos empresários do Turismo e da Restauração

Catia Mateus

Catia Mateus

Jornalista

Desde o ano da crise, 2013, a taxa de desemprego nacional baixou de um valor máximo de 17,5% para os 6,7% contabilizados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), em junho. São menos 10,8 pontos percentuais de desemprego mas que para os empresários de sectores com maior exposição à sazonalidade — como o Turismo, a Restauração ou a Agricultura — estão a revelar-se um problema difícil de ultrapassar. Isto, que pode parecer um contrassenso, é na verdade uma equação fácil de explicar: com a diminuição da taxa de desemprego e o aumento da empregabilidade dos portugueses, os trabalhadores que antes estavam disponíveis para trabalhar em funções temporárias e sazonais, deixaram de o estar. O resultado são centenas de vagas por preencher e os empresários a defender que é mais difícil contratar hoje do que no auge da crise.

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