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“Se os grupos estrangeiros da grande distribuição vêm para cá é porque há oportunidades”

Pedro Soares dos Santos, Presidente da Jerónimo Martins

Tiago Miranda

O Grupo Jerónimo Martins teve um crescimento de 3,9% nos seus lucros no primeiro semestre, para €180 milhões, abaixo de algumas estimativas dos analistas, o que voltou a colocar as suas ações sob pressão — caíram 6,81% na quinta-feira, para €12,38 (tendo chegado a perder 9,78% durante a sessão). Pedro Soares dos Santos, presidente do Conselho de Administração e administrador-delegado do grupo (que é controlado em 56,13% pela sua família através da Sociedade Francisco Manuel dos Santos), diz que os resultados são “bons” e destaca o crescimento de 8,7% das vendas (para €8426 milhões), com crescimentos nas cadeias Pingo Doce e Recheio em Portugal, Biedronka e Hebe na Polónia e Ara na Colômbia. E refere que os grupos de distribuição abrem lojas porque continua a haver oportunidades no sector

Pedro Lima

Pedro Lima

Editor-adjunto

Os resultados semestrais do grupo eram aguardados com muita expectativa. Como os classifica?
São resultados bons, quer ao nível das vendas quer dos lucros. Crescemos em todas as geografias, na Polónia ficámos ainda mais líderes (a quota de mercado cresceu dois pontos percentuais, para 24%), e consolidámos a posição em Portugal (com 18%). Estou plenamente satisfeito.

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