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Kenneth Rogoff: “A longo prazo é altamente provável que um país saia do euro”

Kenneth Rogoff, professor de Economia e Políticas Públicas na Universidade de Harvard, em Boston, nos EUA

Peter Pereira/4See

As políticas “erráticas e destrutivas” de Trump são o atual risco número um, diz sem papas na língua o académico de Harvard que ficou célebre por alertar que há uma linha vermelha para a dívida pública antes do eclodir da crise das dívidas na zona euro e que a economia mundial, volta e meia, não escapa a uma grande crise. Tem um recorde no xadrez inscrito no “Guinness” quando tinha 16 anos e foi economista-chefe do Fundo Monetário Internacional entre 2001 e 2003. Nesta entrevista ao Expresso, realizada por correio eletrónico, o economista de 65 anos avisa que Portugal continua em risco, apesar do ciclo virtuoso que está a viver, e não descarta a possibilidade de saídas do euro, pois o consenso político que hoje segura a moeda única pode entrar em colapso.

A economia mundial pode voltar a ter uma recessão em virtude da convergência recente de tantos riscos?
Há uma probabilidade — digamos de cerca de 15% — de uma recessão global convencional nos próximos 12 meses. Mas isso tem mais a ver com a dinâmica normal do ciclo económico do que com a degeneração da política norte-americana.

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