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“Preferimos eleições antecipadas a uma instabilidade permanente”

João Vieira Lopes, presidente da CCP - Confederação do Comércio e Serviços de Portugal

Nuno Botelho

Se a ‘geringonça’ se desentender durante as negociações para o próximo Orçamento do Estado (OE), os empresários preferem que se marquem eleições antecipadas do que ter um Governo refém de um acordo parlamentar precário e instável com o PSD. Em entrevista ao Expresso, João Vieira Lopes, presidente da Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP) e um dos patrões que assinou o acordo de concertação social sobre a revisão do Código do Trabalho, avisa António Costa de que compete a ele garantir que o acordo não é desvirtuado no Parlamento, sob pena de ter a sua credibilidade em risco. Sobre o salário mínimo acha extemporâneo falar mas sempre vai dizendo que, se o sector da indústria acha que pode pagar mais do que €600, então que pague

Aproxima-se o Orçamento do Estado. Está preocupado com as tensões no seio da ‘geringonça’?

O OE ou é ou não é aprovado. Se não o for, o Presidente da República foi claro e o primeiro-ministro também: haverá eleições.

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