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Euro em crise

Grécia: Primeiro ministro condena mortes

"Os mortos de hoje são as vítimas de um brutal ato assassino", afirmou o primeiro ministro.Clique para visitar o dossiê Euro em crise

O primeiro ministro grego, Georges Papandreou, reprovou hoje os atos de violência cometidos durante a manifestação de Atenas que resultaram na morte de três pessoas, qualificando-os como "brutal ato assassino".

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"Os mortos de hoje são as vítimas de um brutal ato assassino", disse Papandreou no Parlamento. "É a isto que conduz a violência sem limites", acrescentou.

"Protestar é uma coisa, matar é outra (...) os autores das violências serão detidos e julgados", disse também.

"Tomámos decisões difíceis e responsáveis para salvar o país, salvar os salários, as reformas e os depósitos bancários das pessoas", insistiu o primeiro ministro que, domingo, anunciou medidas de austeridade sem precedentes, aceites como contrapartida da ajuda de 110 mil milhões de euros da União Europeia e do Fundo Monetário Internacional.

Três pessoas, duas mulheres e um homem, morreram hoje num incêndio numa sucursal bancária do centro de Atenas, atingida por 'cocktails' molotov lançados por jovens encapuzados à margem da manifestação convocada pelas grandes centrais sindicais gregas contra as medidas de austeridade.

Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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