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Expresso

Aumento de impostos

IVA: Lidl, Intermarché e E.Leclerc garantem manutenção dos preços

Lidl, Intermarché e E.Leclerc asseguram que não vão refletir o aumento do IVA nos seus preços, a partir de 1 de julho. O Pingo Doce, Modelo e Continente garantem apenas que vão manter os valores competitivos. Clique para visitar o dossiê Aumento de impostos

Lidl, Intermarché e E.Leclerc afirmaram à Lusa que não vão refletir o aumento do IVA nos seus preços, a partir de 1 de julho, enquanto Pingo Doce, Modelo e Continente garantiram apenas que vão manter os preços competitivos.

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A 13 de maio, o Governo anunciou um conjunto de medidas de austeridade que incluía uma taxa adicional em 1 ou 1,5 por cento no IRS a partir de 1 de junho e o aumento do imposto sobre o valor acrescentado (IVA) em um ponto percentual, a entrar em vigor a 1 de julho.

Lidl

A cadeia alemã de supermercados Lidl garantiu à Lusa que "vai manter os preços estáveis, não fazendo refletir o aumento do IVA nos preços dos produtos", disse a porta voz da empresa.

"Perante a situação difícil que o país atravessa, faremos tudo o que estiver ao nosso alcance para ajudar os portugueses", reforçou a responsável.

Intermarché

Também o Intermarché, do grupo Os Mosqueteiros, assegurou à Lusa que "não vai aumentar o IVA em nenhum dos seu produtos, alimentares e não alimentares".

"Sabendo o peso que esses bens representam nas despesas das famílias, esta iniciativa tem como intuito melhorar a economia doméstica", afirmou a empresa.

E.Leclerc

A Lusa confirmou que a cadeia francesa E.Leclerc também vai manter os preços.

A Associação Nacional dos Industriais de Lacticínios (ANIL) avançou à Lusa que, pelo facto de algumas cadeias de supermercados não refletirem o IVA no preço final, as empresas do setor estão a ser pressionadas para baixarem os preços.

"O facto de a Lidl ter anunciado que ia agir dessa forma estava a ser usado como argumento pelas restantes cadeias de distribuição para dizer que não poderiam ter uma posição competitiva diferente", afirmou à Lusa Pedro Pimentel, secretário geral da ANIL.

Pingo Doce

Quanto ao Pingo Doce, do grupo Jerónimo Martins, que aquando do aumento do IVA de 19 para 21 por cento em 2005 optou por manter os preços, desta vez preferiu assegurar que "vai manter o compromisso com os seus clientes de ter os melhores preços".

Jumbo e Pão de Açucar

Também o grupo Auchan, que detém o Jumbo e Pão de Açúcar, "mantém o compromisso de ter os preços mais baixos nas regiões onde está implementado", posição idêntica à da Sonae, cujas principais marcas são Modelo e Continente.

"A Sonae MC vai continuar a prosseguir o seu compromisso de ser o retalhista com melhores preços no cabaz mais relevante para os seus clientes", disse fonte do grupo.

Ikea

Já a multinacional sueca Ikea assumiu que "vai fazer refletir a atualização do IVA nos seus preços", mas lembra que "desde que está em Portugal, tem vindo a baixar os preços em 15 por cento".

FNAC

Já a FNAC anunciou publicamente que vai absorver o aumento do IVA nos atuais preços.