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Sonaecom quer saber se pode votar

Contestação à hipótese do Barclays e do fundo de pensões da PT votarem na assembleia-geral.

O conhecido advogado da Sonaecom, Osório de Castro, foi o primeiro a falar na assembleia-geral da PT, tendo referido que pretendia falar antes da ordem do dia, o que lhe foi negado.

Pediu a lista de presenças e percentagem de capital por alegadas irregularidades, o que lhe foi recusado no momento. Afirma que se o Barclays e o fundo de pensões da PT forem autorizados a votar, admite defender os direitos da Sonaecom por todos os meios e pergunta se a Sonaecom vai ser autorizada a votar.

O presidente da mesa da AG mandou seguir os trabalhos e disse que tudo será esclarecido na devida altura.