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Estado absteve-se

Primeiro ministro deu instruções à Parpública e ao Instituto Financeiro da Segurança Social para se absterem, o mesmo tendo feito em relação às 500 acções do 'tipo A' que detém. À Caixa deu liberdade de voto.

O Governo deu instruções aos organismos públicos que possuem acções da Portugal Telecom para que se abstivessem na votação da assembleia-geral com o argmentnto de que não deveriam condicionar o livre funcionamento do mercado. No conjunto os organismos públicos detêm 1,8% do capital da operadora.  Também em relação às 500 acções do 'tipo A' conhecidas como «golden-share», e que têm poder de veto, foi seguido o mesmo princípio.

Relativamente à Caixa Geral de Depósitos fontes do Governo e da instituição garantiram ao Expresso que não foi dada qualquer indicação de voto, pelo que a CGD votou contra por ser "a forma que melhor defendia os seus interesses". A Caixa já tinha anunciado que não venderia as acções quando a oferta estava em 9,5 euros, mas nada dissera sobre a oferta a 10,5 euros.