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Expresso

Especial OPA

Acções da PT e da Sonae fecham a perder valor

A negociação das acções dos grupos PT e Sonae foi suspensa às 15 horas, hora do início da assembleia-geral. Desde que a OPA foi lançada, a PT já subiu 21% e a Sonaecom 56,37%.

As acções da PT fecharam a sessão de hoje a perder 1,59%, nos 9,9 euros, muito abaixo dos 10,5 euros oferecidos pela Sonaecom na oferta pública de aquisição (OPA). Desde que o preço foi revisto em alta, de 9,5 para 10,5 euros, a 15 de Fevereiro, as acções da PT nunca subiram acima dos 10,4 euros.

Já a Sonaecom sofreu uma forte desvalorização, fechando com menos 12,38% do que no dia anterior, nos 5,52 euros, o que é entendido no mercado como mais um sinal de que os investidores não acreditam que a desblindagem de estatutos será aprovada na assembleia-geral que está a decorrer e que por isso consideram que a OPA está morta. A Sonae SGPS, que controla a Sonaecom, caiu 1,86%, para 1,58 euros. Dos quatro títulos envolvidos na OPA, apenas a PT Multimédia fechou a subir – 0,19 euros, para 10,62 euros.

A PT foi alvo de um elevado volume de transacções – 11,4 milhões de acções que passaram de mãos. Mas o número mais elevado de acções negociadas pertenceu à Sonae SGPS (31,2 milhões). E a Sonaecom transaccionou cerca de cinco milhões.

Desde que a OPA foi lançada, a 6 de Fevereiro de 2006, as acções da PT subiram 21%, enquanto as da Sonaecom avançaram 56,37%, apesar das recentes desvalorizações.

A negociação das acções dos dois grupos foi suspensa às 15 horas, hora prevista para o início da assembleia-geral em que será discutida a desblindagem dos estatutos da empresa.