Siga-nos

Perfil

Expresso

Vulcão pára aviões

Aeroportos de Lisboa, Açores e Madeira encerrados

Passageiros não devem dirigir-se aos aeroportos de Lisboa, Açores e Madeira, que estão fechados devido à nuvem de cinzas do vulcão islandês. Reabertura do espaço aéreo depende das autoridades aeronáuticas.

A circulação aérea em Lisboa, Açores e Madeira encontra-se hoje encerrada devido à nuvem de cinzas emanadas pelo vulcão islandês, disse à Lusa o porta-voz da TAP, que apela para os passageiros não se dirigirem para aqueles aeroportos.  

"O apelo que a TAP faz aos seus passageiros é para que não se desloquem para os aeroportos, procurando obter novas informações através da comunicação social ou no site da TAP, em www.flytap.com", disse o porta-voz da empresa, André Serpa Soares. 

Em declarações à Lusa, André Serpa Soares adianta que o espaço aéreo de Lisboa, Açores e Madeira irá permanecer encerrado "até novas informações por parte das autoridades aeronáuticas". 

"Estamos a acompanhar a situação em permanência e atualizamos toda a informação, mas trabalhamos com aquilo que são as decisões das autoridades aeronáuticas, às quais compete apontar eventuais previsões de reabertura dos espaços aéreos. Nós acataremos todas essas decisões", frisou André Serpa Soares quando questionado sobre o regresso à normalidade na aviação. 

Voos desviados para o Porto

Entretanto, quando o aeroporto de Lisboa foi encerrado, no domingo, vários voos que tinham a capital como destino acabaram por ser desviados para o Porto. "É normal que ontem (domingo) se tenha verificado um acréscimo de movimentos nesse aeroporto, depois do encerramento do de Lisboa", admitiu o porta-voz da empresa, sublinhando a inexistência de qualquer tipo de caos naquele local. 

Desde março passado que o vulcão islandês Eyjafjll, localizado num glaciar do sul da Islândia, se encontra em actividade, emanando uma nuvem de cinzas que provocou o encerramento do espaço aéreo de vários países da Europa, entre 14 e 21 de abril.  

Na altura, a situação causou um caos sem precedentes na história da aviação civil e prejuízos estimados na ordem dos 2,5 mil milhões de euros.

*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***

Clique para ler a Nota da Direcção do Expresso sobre o novo Acordo Ortográfico.