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Nova crise em Gaza

Ativistas do "Rachel Corrie" são deportados hoje de Israel

Os ativistas do navio irlandês de ajuda humanitária "Rachel Corrie", abordado no sábado pelas forças militares israelitas em águas internacionais, serão hoje deportados, anunciou um porta-voz do serviço de imigração de Israel. Clique para aceder ao índice do dossiê Nova crise em Gaza

Os ativistas do navio irlandês de ajuda humanitária "Rachel Corrie", abordado no sábado pelas forças militares israelitas em águas internacionais, serão hoje deportados, anunciou um porta-voz do serviço de imigração de Israel.     "Todas as pessoas que estavam a bordo serão deportados hoje, após assinarem um documento em que renunciam à possibilidade de recorrerem aos tribunais israelitas contra esta medida (de deportação)", disse a porta-voz dos serviços de imigração israelita, Sabine Hadad.      Entre os ativistas -- que pretendiam levar ajuda humanitária à Faixa Gaza e que faziam parte da chamada Frota da Liberdade, atacada na segunda feira por forças israelitas -, está o Prémio Nobel da Paz de 1976, o norte-irlandês Mairead Maguire, de 66 anos.      Os ativistas pró-palestinianos (cinco irlandeses e seis malaios) e os oito tripulantes do navio foram levados, no sábado, para o Aeroporto Internacional Ben Gurion, perto de Telavive, para os procedimentos de deportação.  

Navio abordado sem violência 

O navio "Rachel Corrie", fretado por uma organização irlandesa pró-palestiniana, foi abordado no sábado, sem violência, por comandos da Marinha de Israel, em águas internacionais, ao tentar romper o bloqueio à Faixa de Gaza.   

A porta-voz dos serviços de imigração precisou que seis malaios e um cubano serão transferidos para a Jordânia e as outras 12 pessoas serão repatriadas por via aérea.     O Exército israelita abordou na segunda feira em águas internacionais os navios que integravam a Frota de Liberdade, num ataque em que morreram oito ativistas turcos e um americano de origem turca. Dezenas de pessoas ficaram ainda feridas.     O ataque provocou a condenação da comunidade internacional e o Conselho de Direitos Humanos da ONU aprovou uma resolução para a realização de um inquérito sobre o incidente, o que Israel já repudiou.     *** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***

Clique para ler a Nota da Direcção do Expresso sobre o novo Acordo Ortográfico.