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Face Oculta

PSD diz que escutas são "avassaladoras"

Pacheco Pereira diz que escutas enviados pela Procuradoria de Aveiro à comissão de inquérito ao negócio PT/TVI mostram "um negócio políticamente dirigido" e que "era do conhecimento do primeiro-ministro". Clique para visitar o dossiê FACE OCULTA 

Rosa Pedroso Lima (www.expresso.pt)

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A consulta das escutas feitas no âmbito do processo Face Oculta e que foram enviadas para o Parlamento pela Procuradoria de Aveiro fizeram com que o PSD virasse o jogo da comissão parlamentar de inquérito ao negócio PT/TVI.

Clique para aceder ao índice do dossiê FACE OCULTA

Na abertura dos trabalhos de hoje - que seriam destinados à apreciação das respostas do primeiro-ministro -, o deputado social-democrata Pacheco Pereira fez uma declaração inicial considerando "absurdo" e "esquizofrénico" que a comissão prescindisse de utilizar essas escutas na continuação dos trabalhos. Na prática, José Sócrates poderá ser confrontado com uma nova ronda de perguntas formuladas pelos deputados com base nas conclusões das escutas.

"O carácter dos elementos que recebemos é pura e simplesmente avassalador", disse o deputado do PSD, que viu, ou ouviu, nas escutas a definição de um negócio "com contornos clandestinos", mas com "objectivos políticos". Um negócio "que era do conhecimento do primeiro-ministro", garantiu Pacheco Pereira.

Requeridas novas audições

Em função dos novos dados, o PSD requereu o adiamento da apreciação das respostas escritas de José Sócrates e requereu novas audições, precisamente com a chamada à comissão de João Carlos Silva, ex-administrador do Taguspark, José Maria Ricciardi, do BES, e Paulo Penedos, ex-assessor de Rui Pedro Soares na PT.

Manuel Polanco, da Prisa, Zeinal Bava, da PT, e Armando Vara podem "eventualmente" ser chamados a novas audições, de acordo com o PSD.

Bloco de Esquerda e Partido Popular não obstacularizaram a iniciativa social-democrata e o PCP apoiou-a.

José Sócrates poderá, assim, ser confrontado com uma nova série de perguntas dos deputados da comissão de inquérito. "Se tal se mostrar necessário para o esclarecimento de incoerências e contradições", afirmou Pacheco Pereira