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Caso TVI: Zeinal Bava reafirma tudo

Presidente executivo da PT está ser ouvido pela segunda vez na comissão parlamentar de inquérito ao plano do negócio de compra da TVI na sequência de um requerimento do PCP por "várias contradições". Clique para visitar o dossiê Face Oculta

O presidente executivo da Portugal Telecom (PT), Zeinal Bava, disse hoje na comissão parlamentar de inquérito que reafirma tudo o que disse em audições anteriores. 

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Questionado pelo deputado comunista João Oliveira sobre a possibilidade de hoje corrigir ou clarificar alguns dos seus depoimentos sobre o plano de negócio de compra da TVI pela Portugal Telecom, Zeinal Bava  respondeu negativamente. 

O presidente executivo da Portugal Telecom (PT) está a ser ouvido hoje na sequência de um requerimento do PCP, interposto por considerar haver "várias contradições" entre as declarações do presidente executivo da PT e as do administrador-delegado da Media Capital, Manuel Polanco, ouvido na sexta feira. 

As datas de Manuel Polanco

Na audição de sexta feira, Manuel Polanco disse que falou pela primeira vez com Zeinal Bava sobre a possibilidade de negócio no dia 26 de maio de 2009. 

No entanto, João Oliveira considerou haver uma contradição, uma vez que o presidente executivo da PT tinha apontado o dia 19 de junho. Outro ponto apontado pelo PCP diz respeito à data do fim das negociações.

Zeinal Bava e Henrique Granadeiro, presidente do conselho de administração da PT, garantiram na comissão de inquérito ter decidido no dia 25 de junho de manhã que o negócio não iria concretizar-se.  

Na sexta feira, Manuel Polanco referiu também ter falado com Zeinal Bava sobre o negócio já depois de Rui Pedro Soares ter saído de Madrid - segundo João Oliveira, o então administrador da PT deixou Madrid às 10h00 de 25 de junho. 

A comissão de inquérito à atuação do Governo na tentativa de compra da TVI visa apurar "se o Governo, direta ou indiretamente, interveio na operação conducente à compra da TVI e, se o fez, de que modo e com que objetivos".

A alínea b do documento fixa ainda que o inquérito pretende "apurar se o senhor primeiro ministro disse a verdade ao Parlamento, na sessão plenária de 24 de junho de 2009", quando disse não ter sido informado da operação.

*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***

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