Siga-nos

Perfil

Expresso

Expresso Europa

Sócrates saúda sucessos em três frentes "da maior importância"

O primeiro-minuistro considera que a proposta de relançamento económico demonstra uma "Europa que quer agir, que não quer ficar à espera que a crise passe" e que dá "uma resposta à altura das necessidades de dinamismo económico e emprego".

O primeiro-ministro José Sócrates saúda os acordos alcançados no Conselho Europeu em Bruxelas sobre três assuntos "da maior importância": o Tratado de Lisboa, o combate às alterações climáticas e o plano de relançamento da economia europeia.

Sócrates, que falava hoje no final da Cimeira de chefes de Estado e de Governo da União Europeia, iniciada quinta-feira, diz que foram "três decisões da maior importância", já que "o Tratado de Lisboa tem agora um plano para a sua ratificação e entrada em vigor", com o compromisso de novo referendo na Irlanda, e os acordos nos outros dois dossiês afirmam a Europa "na linha da frente" em ambas as matérias.

O chefe de Governo português sustenta que a adopção de um pacote climático, que substancia os compromissos alcançados em anteriores Conselhos, "mantém a liderança europeia no que respeita ao combate às alterações climáticas e na redução dos gases com efeitos de estufa", permitindo à Europa apresentar-se nas próximas cimeiras internacionais como um continente líder.

Quanto ao acordo sobre um plano de relançamento da economia europeia, de 200 mil milhões de euros, o equivalente a 1,5%do PIB, Sócrates considera que também demonstra uma "Europa que quer agir, que não quer ficar à espera que a crise passe" e que dá "uma resposta à altura das necessidades de dinamismo económico e emprego".

  • Relançamento económico custa 200 mil milhões

    O plano, inspirado num projecto apresentado pelo presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, "prevê igualmente o lançamento de iniciativas prioritárias destinadas a acelerar o ajustamento" das economias europeias "face aos actuais desafios".

  • Este "procedimento acelerado" previsto nas directivas (leis europeias) relativas aos contratos públicos poderá ser utilizado em Portugal em projectos de construção e renovação de escolas, hospitais e vias de comunicação (principalmente estradas e auto-estradas), segundo fonte diplomática.