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Barroso satisfeito com "sim" do Senado checo ao Tratado de Lisboa

Para concluir o processo de ratificação, o tratado terá de ser promulgado pelo Presidente checo, o eurocéptico Vaclav Klaus, que pode atrasar a conclusão da aprovação mas não impedi-la. 

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O presidente da Comissão Europeia congratula-se pela aprovação do Tratado de Lisboa pelo Senado da República Checa, uma votação que para Durão Barroso reflecte o empenho do país numa União Europeia "mais democrática, mais responsável, eficaz e coerente". 

"Esta é uma boa notícia. Estou muito satisfeito", considera o dirigente português, que falava depois de 54 dos 79 senadores checos terem aprovado o Tratado de Lisboa, uma maioria superior aos três quintos necessários. 

A República Checa era o único país da UE que ainda não se tinha pronunciado sobre o tratado assinado em Lisboa em Dezembro de 2007 e que visa agilizar os processos de decisão a 27. Para terminar definitivamente o processo de ratificação, o tratado terá agora de ser promulgado pelo Presidente checo, o eurocéptico Vaclav Klaus, que pode atrasar a conclusão da aprovação mas não impedi-la. 

O Tratado Reformador da União Europeia tem como último obstáculo à sua entrada em vigor a ratificação pela Irlanda, que marcou para o Outono um segundo referendo depois da rejeição verificada numa primeira consulta popular, em Junho de 2008. 

"Espero que as exigências constitucionais que restam na República Checa e outros Estados-membros estejam concluídas o mais rapidamente possível", concluiu Durão Barroso.