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Sem apoios do Estado não havia criação de emprego

Estatísticas. A criação real de emprego foi de apenas 51,6 mil postos de trabalho o que corresponde a cerca de um quarto do valor que aparentava à primeira vista

Marcos Borga

Números corrigidos pelo Banco de Portugal retiram 121,2 mil postos de trabalho à economia e mostram que, afinal, o papel do Estado na criação de emprego foi ainda maior do que se pensava. Sem medidas do IEFP, Portugal teria perdido postos de trabalho desde 2013.

João Silvestre

João Silvestre

Editor de Economia

Sem os apoios do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), a economia portuguesa não teria criado emprego entre o primeiro trimestre de 2013, quando bateu no fundo, e o terceiro trimestre deste ano. Na prática, o Estado acabou por ser o responsável direto pela criação de emprego num período em que, sabe-se agora, não foi tão favorável como parecia. 

 

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