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"A escola pública tem o direito de contratar os melhores professores para voltar a ser uma escola de referência"

Entrevista. O ex-ministro da Educação diz que os rankings obrigaram as escolas a traçar estratégias para melhorar resultados, mas podem ter tido como efeito perverso a 'eliminação' dos alunos mais fracos

Luís Barra

David Justino, ex-ministro e atual presidente do Conselho Nacional de Educação, faz um balanço de 14 anos de rankings. "Se as escolas públicas pudessem gerir os seus recursos como  os privados, o topo do ranking levaria uma grande volta", garante.

Joana Pereira Bastos

Joana Pereira Bastos

Editora de Sociedade

Ao fim de 14 anos de publicação de rankings, qual é a principal lição que podemos retirar?

A melhor lição a tirar desta experiência é que não vale a pena ocultar as desigualdades porque não é o silêncio que nos torna mais iguais. Ter consciência das diferenças que existem entre alunos e escolas ajuda-nos a encontrar soluções para atenuar essas diferenças e a incentivar professores, alunos e pais a lutarem por melhores aprendizagens. 

 

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