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A história de um aeroporto que esteve para ficar em 17 sítios diferentes

José Caria

Novo aeroporto pode criar 5000 empregos na fase de construção e alavancar dez a 20 mil empregos diretos e indiretos na fase de exploração, tendo um impacto igual ao superior ao da Autoeuropa na península de Setúbal

Joana Nunes Mateus

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jornalista

Meio século após Marcello Caetano e Américo Thomaz terem aprovado a criação do Gabinete do Novo Aeroporto de Lisboa, em 1969, o governo e a ANA – Aeroportos de Portugal assinaram esta terça-feira o acordo de financiamento da expansão da capacidade aeroportuária de Lisboa, que prevê investimentos no montante superior a 1300 milhões de euros na construção do novo aeroporto complementar do Montijo e na expansão do atual aeroporto Humberto Delgado.

A atual base aérea número 6 do Montijo foi assim o local escolhido para a construção do novo aeroporto de Lisboa, batendo as sucessivas localizações equacionadas ao longo dos últimos cinquenta anos, como Fonte da Telha, Porto Alto, Rio Frio, Portela, Santa Cruz, Ota, Azambuja, Alverca, Granja, Tires, Marateca, Ota ou Alcochete.

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