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Agência que gere os fundos europeus enviou suspeitas de corrupção ao Ministério Público

Tiago Miranda

A Agência para o Desenvolvimento e Coesão já enviou para o Ministério Público a denúncia - que o Expresso divulgou em primeira mão neste sábado - sobre eventuais casos de corrupção envolvendo funcionários da Agência para a Competitividade e Inovação (IAPMEI) que, alegadamente, exigem dinheiro às empresas em troca do acesso a fundos comunitários

Joana Nunes Mateus

texto

jornalista

Uma fonte oficial da Agência para o Desenvolvimento e Coesão (AD&C) disse ao Expresso que “tem acompanhado” o processo “desde o momento em que recebeu uma denúncia, antes das notícias publicadas, tendo reencaminhado a mesma e toda a informação relevante apurada pelos seus serviços, em tempo, aos órgãos de investigação”. Isto apesar de a AD&C “não dispor de competências de fiscalização quanto ao exercício das funções de gestão por parte das autoridades de gestão e seus organismos intermédios”, como é o caso do IAPMEI.

No sábado, o Expresso noticiou que o consultor de empresas António Cabrita reportou ao Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP), no final de 2017, uma série de suspeitas que terão levado a Polícia Judiciária a investigar eventuais casos de corrupção e tráfico de influências envolvendo funcionários do IAPMEI. O consultor denuncia mesmo que um deles lhe pediu 40 mil euros para resolver um problema relacionado com um dos investimentos aprovados pelos fundos comunitários.

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