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Afinal o Dr. Google existe (e é português)

onçalo Vilaça, diretor de Operações da Tonic App, e Daniela Seixas, diretora-executiva, procuram financiamento para internacionalizar o projeto

d.r.

Uma médica com ‘queda’ para a tecnologia e um economista sensível às questões da saúde mental deram forma à Tonic App, uma espécie de Dr. Google que ajuda médicos a diagnosticar doenças e a tratar pacientes. A plataforma já está em três países e acaba de conquistar o segundo lugar na competição mundial de aplicações médicas, na Alemanha

Catia Mateus

Catia Mateus

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Jornalista

“De médicos para médicos” poderia ser o melhor dos cartões de visita da aplicação Tonic App, desenvolvida pela startup portuense com o mesmo nome. Mas não é. E não é porque Daniela Seixas, a médica neurorradiologista que cofundou a empresa e desenvolveu o projeto, tem outros argumentos de maior peso. O motor de busca que idealizou durante o seu MBA na IE Business School (Madrid), e que deu agora lugar a uma aplicação, “ajuda os médicos a diagnosticar e tratar os seus doentes, ao selecionar e agregar todos os recursos digitais de que necessitam no seu dia a dia profissional numa única aplicação móvel”, a Tonic App, que conquistou em novembro o segundo lugar na competição mundial de aplicações médicas, em Dusseldorf (Alemanha) depois de já se ter sagrado vencedora do bootcamp Techcare, organizado no ano passado pela Novartis, Deloitte Digital e Beta-i.

“O conhecimento em medicina é crescente e está fragmentado e dividido por muitos canais digitais. Os médicos já se apoiam menos nos livros, comparativamente com o passado”, explica a CEO da Tonic App, Daniela Seixas, que entendeu que a necessidade que como médica identificava de ter tudo num só lugar era semelhante à de outros clínicos. Uma espécie de Google da medicina capaz de facilitar, e muito, a vida dos médicos.

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