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Red Man: “Aquilo da GNR não é dar formação, é dar porrada”

Nos últimos anos, só houve uma situação semelhante à que ocorreu com o “Red Man” na GNR de Portalegre. Os agentes envolvidos, neste caso da PSP, foram suspensos e condenados mas continuam na polícia

Rui Gustavo

Rui Gustavo

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Jornalista de Sociedade

Hugo Franco

Hugo Franco

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Jornalista

O caso das agressões a recrutas no curso da GNR de Portalegre é acontecimento único nas forças policias. Ou quase. De acordo com a Inspeção Geral da Administração Interna (IGAI), nos últimos seis anos houve pelo menos mais um caso semelhante: em 2013, um agente, um chefe e um subcomissário da PSP foram punidos pela IGAI depois de um exercício com o “Red Man” ter descambado em agressões graves a dois elementos da Esquadra de Intervenção Rápida da PSP. Um ficou ferido num olho, outro no pescoço e na cabeça. Em Portalegre, o exercício resultou na hospitalização de dez candidatos com narizes e dedos partidos, e num dos casos lesões oculares irreversíveis.

“Aquilo da GNR não foi dar formação, foi dar porrada”, diz ao Expresso um agente policial que já deu formação a outros agentes e é também ele um “Red Man”.

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