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“Tudo sem um arranhão”. Holofotes evitaram confrontos no EPL

A noite de terça-feira foi tensa no Estabelecimento Prisional de Lisboa. Esta manhã, em Custóias, no Porto, houve protestos de reclusos, embora mais moderados

Miguel A. Lopes/Lusa

Protestos na prisão de Lisboa foram seguidos em direto no exterior pelos serviços prisionais, graças ao sistema de CCTV. Uso de holofotes e tiro para o chão puseram fim aos tumultos. Inquérito aberto vai esclarecer como tudo começou. Ministra da Justiça chamada ao Parlamento

Raquel Moleiro

Raquel Moleiro

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Jornalista

Hugo Franco

Hugo Franco

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Jornalista

Desde as 19h de terça-feira que os protestos na Ala B do Estabelecimento Prisional de Lisboa (EPL) eram seguidos com especial atenção, e em tempo real, pelas autoridades ligadas aos serviços prisionais no exterior graças ao sistema de videovigilância (CCTV) instalado na prisão. A reação aos tumultos foi sendo desenhada em função do que estava a acontecer ao minuto. O Grupo de Intervenção de Segurança Prisional (GISP) tomou posição nas imediações do EPL, no topo do Parque Eduardo VII, mas não chegou a entrar. Não foi preciso.

O plano seguido pelo corpo da guarda prisional no interior teve resultados rápidos e sem confronto físico. “Não houve feridos nem os dois lados chegaram a tocar-se. Ligaram-se os holofotes e foram disparadas balas de borracha para o chão, os reclusos assustaram-se, recuaram e entraram nas celas, tudo sem um arranhão”, explicou ao Expresso o diretor-geral, Celso Manata.

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