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Antigo diretor-geral de Energia cria quatro empresas no negócio das fotovoltaicas

Miguel Barreto tornou-se um dos maiores promotores de centrais solares em Portugal

Alberto Frias

Depois de ter feito negócio com a Galp, só este ano Miguel Barreto criou pelo menos quatro empresas para desenvolver centrais solares de larga escala. O empresário, que chegou a ser arguido no processo da EDP e de Manuel Pinho, garante que nenhum projeto seu tem tarifas subsidiadas

Miguel Prado

Miguel Prado

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Jornalista

É um dos mais dinâmicos promotores de grandes centrais solares fotovoltaicas em Portugal. Miguel Barreto, que foi diretor-geral de Energia e Geologia entre 2004 e 2008, tem levado a cabo nos últimos anos uma intensa atividade de desenvolvimento de projetos solares de larga escala. Só este ano Barreto já criou pelo menos quatro empresas com este propósito. Em resposta a um requerimento do CDS, no âmbito da comissão parlamentar de inquérito sobre as rendas da energia, Barreto identificou três delas. Mas há ainda uma quarta, de cuja administração saiu na semana passada.

O grupo parlamentar do CDS questionou Miguel Barreto a 26 de outubro sobre os seus interesses no sector elétrico. O empresário respondeu na semana passada. No documento, a que o Expresso teve acesso, Miguel Barreto diz já não ter qualquer participação na empresa Goldiport Solar, mas admite ter 90% da Muki Solar (criada em 2015) e 75% das empresas Hortusolar, Goldalqueva e Golditábua (todas criadas em 2018).

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