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Exportações em alerta laranja

Depois de abrandarem no terceiro trimestre, as perspetivas para as exportações nos últimos três meses do ano não são otimistas, com a greve no Porto de Setúbal a paralisar milhares de veículos produzidos na Autoeuropa Foto Rafael Marchante/Reuters

RAFAEL MARCHANTE

No terceiro trimestre, as exportações cresceram apenas 3,1%, o ritmo mais baixo em mais de dois anos. Desaceleração sentiu-se tanto nos bens como nos serviços. Frente externa é o principal risco para a economia portuguesa

Sónia M. Lourenço

Sónia M. Lourenço

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Jornalista

Abrandamento e em força. Foi este o comportamento das exportações portuguesas no terceiro trimestre deste ano. A venda de bens e serviços ao exterior cresceu apenas 3,1% entre julho e setembro em relação ao mesmo período do ano passado, o que significa o ritmo mais baixo em mais de dois anos. De facto, é preciso recuar ao segundo trimestre de 2016 para encontrar um crescimento das exportações ainda mais fraco, quando ficou nos 1,9%, revelam os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) sobre o comportamento da economia portuguesa no terceiro trimestre, publicados esta sexta-feira.

Um abrandamento que afetou tanto os bens como os serviços. No caso dos bens, o aumento das vendas ao exterior ficou pelos 3,6% em termos homólogos, enquanto nos serviços não foi além de 1,6%. Em ambos os casos também é preciso recuar ao segundo trimestre de 2016 para encontrar taxas mais modestas.

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