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Touradas, combustíveis e professores: o que está a mudar (ou não) no Orçamento

Pedro Nuno Santos, secretário de Estado nos Assuntos Parlamentares, representou o Governo nas negociações do orçamento

FOTO LUSA

O segundo dia de votações na especialidade ainda ia a meio, mas o OE já tinha sofrido alterações, como um aumento da verba para reduzir o preço dos passes, e era previsível redução do IVA nos espetáculos culturais. O Governo viu-se, por várias vezes, cercado. E os professores voltaram a agitar a discussão

Para quem estivesse desatento, o debate desta manhã sobre o Orçamento do Estado para 2019 pareceria uma gravação de televisão repetida do dia anterior. Mas não era. Comunistas e bloquistas insistiram em levar o tempo de serviço dos professores de novo a discussão, sem terem mais sucesso por isso: como na segunda-feira, as suas propostas para contar todo o tempo até 2023 ou 2025 foram chumbadas. Ontem, os deputados aprovaram uma proposta do PSD para incluir no OE uma alínea igual à do ano anterior, e que apenas obriga o Governo a voltar às negociações com os sindicatos, reabrindo o processo.

Este não foi o único tema em que o Governo se viu isolado. Esta terça-feira - segundo dia de discussão e votação do OE na especialidade - já houve vários casos de críticas unânimes ao Executivo e de desacordos que envolveram todos menos os socialistas. Os preços dos transportes, o imposto sobre os combustíveis ou o IVA dos espetáculos foram exemplos. Mas não serão os únicos da sessão parlamentar, que, a acreditar nas 753 páginas de guião de votações, se deverá prolongar noite dentro.

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