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Web Summit. “Isto é um supermercado de startups e todos nós somos prateleiras”

TIAGO MIRANDA

O ruído que fazem é o som do networking, as cores que projetam são o poder do marketing. Sem esses dois elementos, não é fácil chegarem ao porto seguro das parcerias, clientes, negócios e investimento. É talvez por isso que encontramos na Web Summit entrevistas de emprego num táxi dos anos 60, astronautas a servir cafés, pitchs em elevadores, jovens sem medo de abordar quem passa. Tal como num supermercado, aqui é preciso destacar-se e não ser só mais um entre a multidão

Maria João Bourbon

Maria João Bourbon

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Jornalista

Tiago Miranda

Tiago Miranda

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Fotojornalista

Não é difícil perder-se aqui. Entrar estes dias num dos edifícios da Feira Internacional de Lisboa, no Parque das Nações, é ser arrastado por uma explosão de cores, ruídos e pessoas que apontam em todas as direções. São portugueses ou estrangeiros, estudantes ou trabalhadores, funcionários de grandes empresas ou promotores de startups, investidores de países de vários pontos do mundo, estilos e feitios que fazem de tudo para não serem só mais uns neste supermercado de tecnologia e empreendedorismo que termina esta quinta-feira.

O ruído que fazem é o som do networking, as cores que projetam o poder do marketing. Sem esses dois elementos, não é fácil chegarem ao porto seguro das parcerias, clientes, negócios e investimento. Tal como num supermercado, aqui é preciso destacar-se. Não ser só mais um entre a multidão.

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