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Saída de Jeff Sessions foi “estratégia calculada” e pode ser a primeira de muitas

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O Presidente dos EUA “não perdeu tempo” a ler os resultados das eleições de terça-feira e afastou o procurador-geral Jeff Sessions. “Trump parece mais preparado do que nunca para intervir e abafar a investigação” sobre a alegada ingerência russa nas eleições de 2016, afirma politólogo ouvido pelo Expresso

“Caro Sr. Presidente, a seu pedido, envio a minha renúncia.” Foi desta forma que o procurador-geral dos EUA, Jeff Sessions, anunciou esta quarta-feira que abandonava o cargo. No mesmo dia em que fez contas aos resultados das eleições para o Congresso, o Presidente Donald Trump mostrou a porta de saída a Sessions, antigo senador do Alabama que começou por ser um dos primeiros e mais leais apoiantes de Trump, ainda antes de este se mudar para a Casa Branca.

Sessions e Trump estavam especialmente alinhados na política dura de imigração mas ficaram de candeias às avessas quando o procurador-geral pediu escusa da investigação à alegada intromissão russa nas eleições que, em 2016, elegeram Trump Presidente. Para o lugar de Sessions segue o seu chefe de gabinete, Matthew Whitaker, que assumirá o cargo interinamente antes de se encontrar um novo nome. Alguns responsáveis do Departamento de Justiça veem-no como um espião da Casa Branca.

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