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Os EUA e o que aí vem: o maior “aperto” de Trump, a falta de um líder, um cenário improvável e duas quase certezas

reuters

Há quem garanta que a vida de Trump ficou “exponencialmente mais difícil”, porque, ao conquistarem a maioria na Câmara dos Representantes, os democratas prometem apertar o cerco ao Presidente dos EUA. Mas Trump ainda pode clamar vitória, pelo reforço da maioria republicana no Senado. Quem verdadeiramente ganhou, além dos democratas – que, de caminho, também ganharam novas dores de cabeça –, foram as mulheres e as minorias

As eleições de 2018 para o Congresso norte-americano ficam para a história como as campeãs da diversidade. Um número recorde de mulheres eleitas, as primeiras nativo-americanas, as primeiras muçulmanas, o primeiro homem assumidamente gay como governador, as primeiras hispânicas eleitas no Texas, a mais jovem congressista, entre outras novidades de monta. E, no entanto, diversidade não rima com união. A América que sai destas eleições é uma América ainda mais dividida do que a que elegeu o Presidente Donald Trump em 2016.

Durante os dois primeiros anos do seu mandato, Trump contou com maiorias republicanas nas duas câmaras do Congresso, a Câmara dos Representantes (a chamada House, a câmara baixa) e o Senado. Agora, a maioria na câmara baixa é dos democratas pela primeira vez em oito anos. Quanto ao Senado, o Partido Republicano não apenas segurou a sua maioria como a ampliou, apeando quatro senadores democratas.

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