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A cavalgar o lusitano. De novo

Nuno Botelho

Depois da crise que levou ao desaparecimento de 40% dos criadores de cavalos de raça lusitana, o sector está a renascer. A média dos preços duplicou desde o início da década, com cavalos jovens e destreinados a atingir facilmente 35 mil euros, aumenta o número de nascimentos e sucedem-se vitórias em competições internacionais. O puro sangue lusitano está de novo a trote no índice do prestígio mundial - e pode ver alguns na Feira da Golegã, que decorre até ao próximo dia 11

Joana Leitão de Barros

Avanços na internacionalização, triunfos desportivos e esforços conjuntos estão na ordem do dia. Segundo os mais otimistas, os cavaleiros portugueses profissionais a competir internacionalmente estão a afirmar o lugar do Lusitano na classe mundial, o que está a mexer com o negócio que cruza os sectores da criação, do turismo e do desporto.

Um dos orgulhos de 2018 é a proeza de Maria Caetano Couceiro e do seu Coroado, que conseguiram um dos melhores resultados de sempre, nos Jogos Equestres Mundiais de Dréssage. Nos mesmos Jogos, em Tryon, o Puro Sangue Lusitano foi ainda a terceira raça mais representada, em Ensino.

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