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Sá Fernandes quer que presidente da Câmara de Pedrógão seja constituído arguido

Foto Marcos Borga

Caso a argumentação do advogado seja aceite, Valdemar Alves pode ser acusado de sete crimes de homicídio por negligência e quatro crimes de ofensa à integridade física por negligência

Numa fase em que acaba o prazo para requerer a abertura de instrução no processo movido pelo Ministério Público sobre as 64 mortes que resultaram do incêndio de 17 de junho de 2017, o advogado Ricardo Sá Fernandes apresentou um requerimento visando a pronúncia de Valdemar Alvez, presidente da autarquia de Pedrógão Grande.

Em representação de dois familiares de vítimas mortais, Sá Fernandes invoca no requerimento - a que o Expresso teve acesso - que Valdemar Alves manteve-se sempre responsável pelas áreas de proteção civil e gestão de combustível da autarquia. Até ao momento, apenas o vice-presidente da Câmara, José Graça, foi constituído arguido, assim como a representante da área da Proteção Civil, Margarida Guedes.

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