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Benefícios fiscais para a EDP triplicaram no ano passado

Produção elétrica a partir do carvão esteve isenta de ISP até 2017. Passou a pagar o imposto em 2018

Ana Baião

A EDP, por via da isenção de ISP às suas centrais elétricas, manteve em 2017 o primeiro lugar da lista dos benefícios fiscais, com poupanças de 108 milhões de euros. O segundo maior beneficiário foi o fundo de pensões da CGD e o terceiro o da EDP

Miguel Prado

Miguel Prado

Jornalista

A EDP Gestão da Produção, empresa do grupo EDP com o negócio da geração de eletricidade, voltou em 2017 a ocupar o primeiro lugar na lista dos benefícios fiscais da Autoridade Tributária (AT), à semelhança do que ocorreu em 2016. Mas o valor de benefícios à empresa quase triplicou, passando de 35 para 108 milhões de euros.

As estatísticas, agora disponíveis no Portal das Finanças, mostram que a EDP consolidou a sua liderança do ranking dos benefícios fiscais, uma posição assegurada por via do regime que vigorou até ao ano passado segundo o qual os combustíveis fósseis usados na produção de eletricidade estavam isentos de Imposto sobre os produtos petrolíferos (ISP).

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