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PJ tem “pista concreta” de fogo posto no grande incêndio de Sintra/Cascais

Foto Tiago Pereira Santos

A investigação criminal sobre o incêndio do passado fim de semana na Serra de Sintra já afastou a hipótese de a causa ter sido acidental. A reflorestação da zona ardida começa este sábado

Acidente não foi. A equipa que a Polícia Judiciária (PJ) enviou para as imediações do Convento da Peninha, na Serra de Sintra, afastou logo nos primeiros dias a “causa não dolosa” do incêndio que deflagrou no passado sábado e atingiu mais de 400 hectares do Parque Natural de Sintra-Cascais, confirmaram ao Expresso fontes próximas da investigação.

A zona é conhecida por ser palco de rituais noturnos, com velas, rezas e oferendas, mas nada foi descoberto no “ponto zero” do fogo que sustentasse essa teoria ou qualquer origem negligente. Aliás, o rumo agora é outro. É deslindar um crime. “Acreditamos que está em causa uma ação dolosa”, revela uma das fontes. Há uma “pista concreta de fogo posto a concentrar o esforço investigativo”.

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