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“Não podia deixar que as Forças Armadas fossem desgastadas pelo ataque político ao ministro”: Azeredo demite-se

Numa carta em que justifica a sua demissão, o agora ex-ministro da Defesa garante que não sabia do encobrimento em Tancos

“Não podia, e digo-o de forma sentida, deixar que, no que de mim dependesse, as mesmas Forças Armadas fossem desgastadas pelo ataque político ao ministro que as tutela.”

A justificação é apresentada por Azeredo Lopes na carta que esta sexta-feira enviou a António Costa e em que pede a demissão. O primeiro-ministro aceitou.

O caso de Tancos - primeiro o desaparecimento, depois o aparecimento e agora as acusações de que o ministro sabia do encobrimento - debilitaram a posição de Azeredo, que acabou por decidir afastar-se. É acusado pelo major Vasco Brazão, investigador e ex-porta-voz da Polícia Judiciária Militar (PJM), de ter conhecimento da encenação montada em torno da recuperação do armamento roubado em Tancos.

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