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PJM suspeitava que munições desaparecidas de Tancos eram para armas roubadas na PSP

Os paióis nacionais de Tancos foram assaltados na noite de 27 para 28 de junho do ano passado

Nuno Botelho

Roubo de Tancos estaria relacionado com o assalto ao armeiro da PSP. Até hoje, a PSP conseguiu recuperar sete das 57 armas desaparecidas. E todas foram encontradas nas mãos de traficantes de droga

Hugo Franco

Hugo Franco

Jornalista

Joana Pereira Bastos

Joana Pereira Bastos

Editora de Sociedade

A linha de investigação da Polícia Judiciária Militar (PJM) ao assalto aos paióis nacionais de Tancos apontava para uma ligação entre este crime e o roubo de 57 Glocks da PSP no armeiro da sede da Polícia, realizado seis meses antes.

Depois do reaparecimento das armas e explosivos roubados em Tancos — que, afinal, foram devolvidos à PJM por um dos cúmplices do furto, no âmbito de uma operação clandestina realizada em outubro do ano passado por aquela polícia e elementos da GNR de Loulé — ficou a saber-se que ainda havia material à solta, nomeadamente as munições que se encontravam nos paióis.

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