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O dia em que um jovem autarca comunista resolveu aliciar o grande capital

Nuno Botelho

Quer ver no seu território gruas a construir hotéis, marinas, habitação de luxo e, mais ao largo, empresas de serviços e algumas da área industrial. Joaquim Santos, presidente da Câmara Municipal do Seixal, promete ainda casas 40% mais baratas que em Lisboa

Vítor Andrade

Vítor Andrade

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Jornalista

Nuno Botelho

Nuno Botelho

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Fotojornalista

Ou o mundo já não é o que era, ou é o que é e chama-se ‘vamos fazer negócio’ – neste caso, negócio imobiliário - independentemente do que a ideologia ditar, pois pode fica lá fora à porta, o tempo que for preciso.

Foi isso mesmo que aconteceu ontem, faltavam poucos minutos para as 13h00, no auditório do PT Meeting Center da FIL, em Lisboa, quando o jovem autarca comunista do Seixal, Joaquim Santos, 41 anos - natural de Beja, mas a residir em Fernão Ferro -, apelou descomplexadamente ao capital, entre perto de duas centenas de investidores, promotores e mediadores imobiliários, que representavam milhares de milhões de euros.

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