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Os robôs devem ter princípios éticos? As empresas acreditam que sim

A inteligência artificial traz inúmeras oportunidades, mas também desafios éticos e socieconómicos sem precedentes

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A empresa alemã SAP anunciou recentemente a criação de um conselho de ética para inteligência artificial, que integra especialistas académicos, políticos e da indústria, afirmando ser a primeira tecnológica europeia a fazê-lo

Quando há dois anos o Tay, o sistema de inteligência artificial (IA) criado pela Microsoft, começou a interagir com os utilizadores e a ganhar popularidade no Twitter, aconteceu algo inesperado. Sem aviso, o chatbot que aprendia com as conversas que tinha com os utilizadores começou a publicar mensagens com conteúdos racistas, chegando mesmo a afirmar que o Holocausto foi inventado e que Bush teria sido responsável pelos ataques do 11 de setembro.

A polémica estalou e a Microsoft decidiu retirar da internet este sistema de machine learning (ramo da IA baseado na ideia de que os sistemas podem aprender com os dados), para o aperfeiçoar. Este e outros incidentes amplificaram o debate sobre a necessidade de garantir que as decisões tomadas por robôs são responsáveis, justas, não discriminatórias e transparentes.

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