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Irene Pimentel. “A minha candidatura não foi lida até ao fim”

Foto Marcos Borga/Visão

A historiadora Irene Pimentel não recorreu do resultado do concurso da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) que a excluiu. Mas decidiu comentar a avaliação que lhe foi feita pelo painel de especialistas, que considera “contraditória e arbitrária”. Questionada pelo Expresso, a FCT disse ao Expresso “não ser possível comentar” as críticas, “porque ainda não acabou a fase de audiência prévia e os resultados finais do concurso não foram publicados”

“Ou a minha candidatura não foi lida até ao fim ou, de forma arbitrária, decidiram que seria recusada, recorrendo a critérios novos e desconhecidos.” É deste modo que Irene Flunser Pimentel comenta ao Expresso a avaliação do júri que a excluiu do Concurso Estímulo ao Emprego Científico (CEEC), na categoria de projetos individuais, da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT). O seu, sobre as relações da PIDE/DGS com os serviços secretos da Europa e dos Estados Unidos, foi qualificado pelo painel de especialistas como “indubitavelmente relevante” e o “corolário natural da carreira bem sucedida da candidata enquanto principal perita neste campo de investigação histórica”. Mesmo assim, tal não foi suficiente para que a historiadora, Prémio Pessoa 2007 e com uma vintena de livros publicados, obtivesse um dos 500 contratos garantidos pelo concurso, contando-se entre os 3.600 candidatos que ficaram de fora.

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