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Exclusivo Expresso. O esconderijo das armas roubadas de Tancos

Local onde estiveram guardadas as armas de Tancos pertence à família do único civil detido na Operação Húbris Foto Tiago Miranda

Foto Tiago Miranda

Um restaurante abandonado e vários armazéns localizados a 35 km dos paióis nacionais de Tancos foram o local onde os assaltantes esconderam o arsenal durante quatro meses. O Expresso esteve lá. O neto da proprietária está agora preso, por suspeitas de crimes de tráfico de armas e associação criminosa

Hugo Franco

Hugo Franco

Jornalista

Rui Gustavo

Rui Gustavo

Jornalista de Sociedade

Não se vê vivalma junto ao restaurante abandonado. Apenas se ouve o motor dos carros que passam não muito longe na estrada nacional 113 e no IC9, que faz a ligação entre Fátima e Tomar. Há três anos, o estabelecimento comercial foi colocado à venda, por meio milhão de euros, aparentemente sem sucesso. Embora continue vazio e sem um novo dono, as instalações estão bem conservadas. As mesas e cadeiras para as refeições continuam intactas, pelo menos assim parece para quem espreita para o interior das instalações.

Nas traseiras situam-se três armazéns. Os dois mais pequenos, intransponíveis, estão fechados à chave. Já o maior, e o que aparenta estar mais degradado, tem o portão de chapa de metal arrombado. O interior quase está vazio, cheio de terra e pó. Apenas tem guardados uns poucos móveis partidos.

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