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Centeno tenta aliviar a tensão, italianos pedem “calma”: os avisos cautelosos do Eurogrupo

Mário Centeno, Bruno Le Maire, Giovanni Tria e Pierre Moscovici, na reunião do Eurogrupo desta segunda-feira

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Ao mesmo tempo que alerta para “os princípios de gestão orçamental” que todos têm de cumprir, Mário Centeno tenta aliviar a tensão sobre Itália e diz que é preciso esperar por mais pormenores sobre o défice transalpino. O colega italiano pede “calma” ao Eurogrupo e a Comissão diz que é preciso dizer a verdade aos italianos

Mário Centeno poderia ter optado por não falar sobre a polémica em torno do próximo orçamento italiano, escudando-se no facto de o assunto não estar na agenda da reunião do Eurogrupo desta segunda-feira, no Luxemburgo. Não seria o primeiro a optar por esta estratégia. No entanto, o Presidente no Eurogrupo optou por assumir que “há questões que se levantaram” após o Governo italiano ter anunciado que a meta do défice para 2019 será de 2,4% do PIB, bem acima dos 0,8% que era o compromisso do anterior executivo com Bruxelas, e maior do que os 1,6% desejados pelo próprio ministro da Economia de Itália.

“Todos temos questões e estamos à espera de respostas”, disse, com toda a calma o Presidente do Eurogrupo, para lembrar, logo a seguir, que não são conhecidos os pormenores do Orçamento italiano e que ainda há negociações a decorrer em Roma.

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