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Caso Kavanaugh. A denúncia de “um grande erro”

EPA/TOM WILLIAMS/POOL

Uma viagem de elevador fez com que um senador republicano precipitasse uma investigação do FBI a Kavanaugh, o nome indicado por Trump para o Supremo Tribunal. Circularam relatos de que a Casa Branca estaria a condicionar os trabalhos mas Trump já os desmentiu. Entretanto, a conselheira do Presidente disse ter sido vítima de abusos sexuais no passado, facto que “não altera muito a atual narrativa”

“Os lambe-botas de Trump no Senado e na Câmara dos Representantes estão dispostos a violar tudo o que torna a América especial por isto?” A pergunta é lançada ao Expresso pela consultora Michele Pyle, de Atlanta, e “isto” é a possível confirmação do juiz Brett Kavanaugh para o Supremo Tribunal dos EUA. Desde que o homem indicado pelo Presidente para a mais alta instância judicial do país foi ouvido, na quinta-feira, logo após a primeira mulher que lá o acusou de abusos sexuais, o Senado transformou-se num ringue de pugilato político.

Se o dia das audições foi dramático, o dia seguinte não o foi menos. A comissão de Justiça da câmara alta do Congresso norte-americano estava empatada: 10 republicanos a favor da continuação do processo de confirmação de Kavanaugh, 10 democratas contra. O senador Jeff Flake era quem faltava para desempatar, num órgão que tem uma maioria republicana de 11 para 10. Blake anunciou que ia votar a favor da continuação do processo, abrindo caminho para a confirmação de Kavanaugh por todo o Senado e deixando o juiz a um passo do Supremo.

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