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Quem tem medo de Jerome Powell?

As palavras de Powell não assustaram para já as economias emergentes

Foto SAUL LOEB / AFP / Getty Images

A subida da taxa diretora da Reserva Federal na reunião de quarta-feira não abalou o mundo esta semana. A agitação até foi maior em Wall Street. Mas, mais tarde ou mais cedo, os mercados emergentes vão sentir o duplo choque do dólar mais forte e de juros da dívida americana mais atraentes

Não é o título de um novo filme protagonizado pelo presidente do banco central mais poderoso do mundo. Mas é uma pergunta que começa a ter uma resposta inquietante.

De cada vez que o calmo Jerome Powell, presidente da Reserva Federal norte-americana (Fed), vem anunciar uma nova subida da taxa diretora do banco, uma parte do mundo tem mesmo medo. Porquê? Porque a subida persistente das taxas da Fed significa um choque duplo: o dólar valoriza-se e o juro de remuneração da dívida de longo prazo do Tio Sam também sobe e torna-se mais atraente, por, além do mais, ser um valor considerado seguro.

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