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“Não há outra pessoa que eles possam arranjar que não venha a ter um asterisco nos livros de História?”

Brett Kavanaugh comoveu-se e enfureceu-se durante o seu depoimento no Senado dos EUA

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Durante a maratona de mais de oito horas de audição do juiz Brett Kavanaugh e da primeira mulher a acusá-lo de abusos sexuais, Christine Blasey Ford, o Senado transformou-se numa arena de combate político. Resta saber se a câmara alta do Congresso dos EUA prossegue com a votação de “um dos juízes mais impopulares a ser nomeado para o Supremo Tribunal”. Nas últimas horas, um senador republicano indeciso disse que ia votar pela confirmação e os democratas abandonaram a sala.

Se Donald Trump tinha equacionado quarta-feira, e pela primeira vez, a hipótese de retirar o apoio a Brett Kavanaugh, o juiz que nomeou para o Supremo Tribunal, o presidente dos EUA ficou sem dúvidas sobre o que decidir depois de o ouvir no dia seguinte na comissão de Justiça do Senado: “O seu depoimento foi poderoso, honesto e fascinante. A estratégia de busca e destruição dos democratas é vergonhosa e este processo tem sido uma farsa completa e um esforço para atrasar, obstruir e resistir. O Senado tem de votar!”, escreveu Trump no Twitter.

Está determinado o contexto para finalmente se saber se a mais alta instância judicial norte-americana vai ser integrada por um segundo juiz suspeito de conduta sexual imprópria. Depois de Clarence Thomas, confirmado em 1991 e ainda em funções, Kavanaugh é o próximo? Num misto de raiva e lágrimas, o juiz conservador garantiu que não abusou sexualmente da professora de psicologia Christine Blasey Ford quando eram ambos adolescentes, em 1982.

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