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Os novos dias loucos do comércio de rua

D.R.

Os centros comerciais atingiram a maturidade, diz quem sabe, e é nas ruas que se compra e come como já não se via há algum tempo

Na cidade de Lisboa abriram quase duas centenas de novos espaços comerciais durante os primeiros seis meses deste ano, sendo que mais de metade são dedicados ao sector da restauração. O comércio de rua está em alta e com tendência para continuar.

Nas zonas mais procuradas da capital, que se centram no Chiado, na Baixa e na Avenida da Liberdade, praticamente não há lojas para vender, nem para arrendar ou, as poucas que ainda aparecem de tempos em tempos “vêm para o mercado com preços inacessíveis para muitos pequenos lojistas e apenas ao alcance de grandes marcas internacionais”, diz ao Expresso um comerciante da zona da Baixa, que está há vários meses à procura de uma segunda loja.

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