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O português que inventou um governo mundial dos recursos naturais da Terra

Aos 50 anos, Paulo Magalhães conseguiu realizar um dos seus sonhos: a constituição legal da associação internacional Casa Comum da Humanidade, com sede na Universidade do Porto

Rui Duarte Silva

O investigador da Faculdade de Direito da Universidade do Porto Paulo Magalhães é o pai do projeto da Casa Comum da Humanidade, constituída esta semana, e do conceito de Condomínio da Terra, uma proposta de governação global dos recursos naturais para funcionar junto da ONU

Virgílio Azevedo

Virgílio Azevedo

Redator Principal

Visionário, futurista, Paulo Magalhães é um corredor de fundo, um lutador de convicções fortes, que enfrenta cada dificuldade como um desafio, com uma paciência infinita. Acredita que há utopias que se podem tornar realidade, quando o que está em causa é garantir as condições para que a vida humana continue a prosperar na Terra. E aos 50 anos conseguiu realizar um dos seus sonhos: a Casa Comum da Humanidade (CCH), uma associação com ambições internacionais liderada por Portugal, que foi constituída legalmente esta semana na reitoria da Universidade do Porto.

A CCH quer garantir a preservação das condições de habitabilidade da Terra através de um novo modelo de governação global dos recursos naturais que funcione junto da ONU, apoiado numa contabilidade ambiental e económica inovadora do Sistema Terrestre que compense quem conserva e valoriza a Natureza e penalize quem a destrói. Este modelo baseia-se num conceito inventado por Paulo Magalhães: o Condomínio da Terra.

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