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Polémica Kavanaugh. “Nos próximos dias mais mulheres vão chegar-se à frente”

Brett Kavanaugh continua debaixo de fogo

Foto Drew Angerer / Getty Images

Há uma segunda mulher a acusar o juiz Brett Kavanaugh de conduta sexual imprópria. Mais uma vez num caso alegadamente ocorrido há mais de três décadas e em contexto escolar mas, desta vez, já na faculdade. Quando um terceiro caso parece entretanto emergir, os democratas pedem o adiamento da sua audiência no Senado. O Presidente Trump continua a apoiá-lo e há quem questione “o que mais estará ele a esconder”

Mais um domingo, mais um sobressalto no caso Brett Kavanaugh, o juiz indicado pelo Presidente Donald Trump para o Supremo Tribunal dos EUA. Uma semana depois de a professora Christine Blasey Ford ter feito o seu relato ao jornal “The Washington Post”, Deborah Ramirez contou à revista “The New Yorker” um outro caso de conduta sexual imprópria do então colega na Universidade Yale. Ambos os casos têm em comum pelo menos dois aspetos: terão ocorrido no início dos anos 1980 e são negados pelo juiz.

Ainda antes das segundas alegações, a defesa de Kavanaugh disse ter na sua posse calendários do verão de 1982 que não confirmam as acusações de Ford. Apesar de reconhecer que o então adolescente poderia ter ido a uma festa sem a incluir nos seus registos, a equipa fez saber que o juiz planeava entregar os calendários à comissão de Justiça do Senado. As audiências da acusadora e do acusado estão agendadas para esta quinta-feira, mas a senadora Dianne Feinstein, a democrata mais destacada na comissão, já veio pedir o adiamento da audiência de Kavanaugh. “O FBI tem de investigar todas as alegações”, escreveu no Twitter.

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