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Viagem pelos ‘Lehman Brothers’ das maiores crises financeiras

Chris Hondros

O colapso financeiro provocado pelo Lehman Brothers há dez anos não foi uma extravagância histórica. E não será o último abalo do sistema. O capitalismo moderno já viveu onze crises financeiras e económicas, umas globais, outras, pelo menos, envolvendo vários países em vários continentes. Embora as consequências sejam muitas vezes semelhantes, as causas são bastante diferentes. Pequenas faúlhas que, num instante, podem mudar tudo

As grandes crises são quase sempre inesperadas. Há sinais, há ameaças que pairam no ar e há vozes, muitas vezes a pregar no deserto, que vão alertando para os riscos. Mas o último passo, a pequena faísca que deita tudo a perder, é muitas vezes surpreendente e vem donde menos se esperava.

Uma certeza existe: o capitalismo não se livra das crises e, desde que a financeirização – como a batizaram alguns economistas – tomou conta da economia mundial, a instabilidade é recorrente. E frequente. Os mercados vivem ao sabor do humor de muitos milhões de indivíduos e entidades e nem sempre é fácil perceber o que lhes vai no espírito. É o ‘espírito animal’, nas suas euforias e pânicos, em todo o seu esplendor, de que falava John Maynard Keynes.

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