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Teodora e Centeno divergem na dívida por €7 mil milhões

O Conselho das Finanças Públicas está mais pessimista que o Governo na redução da dívida pública nos próximos quatro anos. Este ano a diferença é curta, de apenas meio ponto percentual, mas em 2022 será de quatro pontos percentuais do PIB

A presidente do Conselho das Finanças Públicas acha que a redução da dívida pública até 2022 vai ser muito mais gradual do que deseja o ministro Centeno

A presidente do Conselho das Finanças Públicas acha que a redução da dívida pública até 2022 vai ser muito mais gradual do que deseja o ministro Centeno

Tiago Miranda

O Conselho das Finanças Públicas (CFP) reviu em baixa o défice deste ano para 0,5% do PIB, mais baixo do que a própria meta que o Governo tem atualmente de 0,7%. Meta essa que ainda pode ser revista até final do ano. Até porque há cada vez mais gente a acreditar que o défice pode ficar próximo de 0% do PIB.

Mas a instituição liderada por Teodora Cardoso está bastante mais pessimista em relação aos anos seguintes, nomeadamente sobre evolução da dívida pública. A diferença entre as contas de Teodora, e de Mário Centeno, ministro das Finanças, vai-se alargando e, em 2022, o último ano do horizonte de previsão do relatório “Finanças Públicas: Situação e Condicionantes 2018-2022 (Atualização)” publicado esta quinta-feira, são quatro pontos percentuais do PIB de distância: 106,1% contra 102%. Uma diferença que, feitas as contas às duas trajetórias de evolução do PIB e da dívida, corresponde a cerca de €7 mil milhões.

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