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O caso do estranho monsieur Benalla

Protegido do atual inquilino do Eliseu, Alexandre Benalla (à esquerda) transformou-se desde há alguns meses num problema para o Presidente dado que pouca gente acredita na sua versão

GONZALO FUENTES/ reuters

O ex-segurança do Eliseu, Alexandre Benalla, que foi filmado, disfarçado de polícia, a bater em manifestantes, em Paris, no passado dia 1 de maio, disse esta quarta-feira numa comissão de inquérito do Senado que “não era polícia nem guarda-costas” do Presidente Emmanuel Macron. Mas tinha autorização oficial para andar armado, o que coloca problemas ao chefe de Estado

Alexandre Benalla apareceu esta quarta-feira bem vestido, de fato de bom corte, como se fosse um quadro executivo, de gravata e óculos, perante uma comissão de inquérito do Senado francês. Começou por pedir desculpa por ter tratado, há tempos, os senadores como “pequenas pessoas” que “não merecem o meu respeito” e são lideradas por “um pequeno marquês” (referia-se a Philippe Bas, o senador conservador que preside à comissão).

Nas suas respostas, tentou proteger Emmanuel Macron, junto de quem aparecera frequentemente, em fotografias e filmes, praticamente sempre como o segurança mais próximo dele, em deslocações oficiais e também em privadas, incluindo passeios de bicicleta e a praticar esqui, ou em viagens e visitas de lazer do casal presidencial.

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